Na falta do que postar, e também pela falta de tempo, tô colocando a foto que eu tirei lá no CeTAS essa semana... pra quem num conhece, essa é a Soninha, um gato-do-mato que apareceu lá, vindo de sei-lá onde... vê só se num é a coisinha mais fofa... =D

A Soninha, a coisa mais fofa do mundo... 
Não de tudo... não de todos... mas estou com saudades... talvez a necessidade de sair de casa faça aumentar ainda mais a saudade... quero voltar... não posso esperar até segunda-feira... tem que ser hoje... tinha que ser ontem... sinto falta das risadas, das conversas que não vão mudar o mundo... sinto falta dos meus amigos... do ambiente... do verde das árvores... de correr de bicicleta... sentir o vento batendo no rosto... alguns dias isso é a única coisa que consegue me alegrar... quero voltar...

Vê só... é pra morrer de saudades mesmo... 
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E pro indivíduo covarde que deixou um comentário no post passado, sem assinatura, sem cara: sim, eu fui avisada... mas nem sempre os avisos estão certos... e não ia ser meia dúzia de avisos que iam me fazer parar... nunca vou saber o que teria acontecido se tivesse parado antes... mas certamente teria perdido muito mais... prefiro as coisas como estão... com recaídas... com saudades... com a vontade de saber como poderia ter sido... aliviada pelo que não foi... apesar dos avisos, prefiro assim... e se você não teve a dignidade de se identificar, acredito ter feito exatamente a coisa certa, ao ignorar seu aviso.
Isso não deveria acontecer... você é passado... evito falar com você, evito olhar em seus olhos... faço isso por medo... tentando, em vão, evitar momentos como esse... lembro do que aconteceu... lembro de nossa última conversa... nada ficou resolvido... mas as coisas já estão mais do que resolvidas...
Carnaval... estou em casa... não sei aonde foi parar todo o ânimo de ontem... provavelmente se escondeu, horrorizado com a tristeza que se aproximava... estava ouvindo música... em um instante, tudo ficou terrivelmente claro pra mim... não sei como este detalhe passou despercebido...
Lembrando de tudo o que aconteceu... em diversas ocasiões, você me dizia "não diga nunca... nunca é tempo demais..."... era incrível como isso conseguia me tranquilizar... e um dia, um momento em especial, quando esse comentário faltou, foi nesse dia que tudo veio abaixo... eu disse que nunca daria certo... e você se calou... será que justo naquele dia sequer passou pela sua mente que "nunca é tempo demais"?
Dizer essas palavras seria o mesmo me dar esperanças... falsas esperanças... foi isso que você pensou? Mas será que pensou que, ao não dizê-las, você estava, como o sol que esturrica as plantas, matando minha fonte de esperança? Depois daquele dia as coisas deixaram de ter significados... depois daquele dia, as ações não mais tiveram conseqüências... a vida se tornou existência... de que servem significados e conseqüências em uma vida sem esperanças? De que serve uma vida sem esperança?
Não acredito que você tenha pensado nisso... sua única preocupação era acabar com os mal-entendidos... sem medir as conseqüências... sem medir o impacto de suas ações e palavras... pois bem... você não apenas acabou com os mal-entendidos, mas também começou a acabar com uma amizade, que podia ter seguido tranqüila se ambos tivéssemos ficados calados...
Estou aberta a conversas amigáveis.
Em breve, as novas aventuras da família Nutz, no Carnaval 2005... repetindo e aumentando a dose de 2004!!! Não percam!!!